sexta-feira, 26 de novembro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Dia das Bruxas: eleições (?)
Então, direito adquirido e cobrado pelo Estado? Adquirido e cobrado me parece um pouco contraditório. Mas esse não é o foco do post também não estou aqui para dizer qual é a visão correta, o candidato correto. No meio desse sistema fica difícil delimitar as linhas que dividem partidos, difícil a gente achar um representante. Não quero fazer campanha eleitoral, mas queria que deixássemos ( me incluo nessa) de sermos apáticos ao que acontece ao nosso redor.
A gente trabalha, paga conta, estuda, procura emprego, quer casa, comida, roupa, carro, computador, segurança, saúde, oportunidade, igualdade... Igualdade e capitalismo? Cai no sistema once again. O mais fácil é se fechar em uma bolha, a realidade paralela, aquela que vemos o que está ao nosso alcance. A apatia do povo é a prova que somos iludidos com o pouco que o governo nos oferece, porque sim, o governo oferece tudo pela metade, muitas vezes, menos que a metade. Somo o capitalismo vivo, queremos mais e mais e não nos vemos como culpados de o mundo, não só o Brasil estar como estar. Será que o ser humano é isso: quer mais sempre?
Nesse dia das Bruxas não teremos como exorcizar nenhum demónio, pois não é anulando voto que faremos isso. E será que tomando partido, escolhendo um candidato estaremos exorcizando algo? Como disse antes: não tenho muitas respostas, mas tenho muitas perguntas. Será que adianta votar em Tiririca como forma de protesto? Estamos escrevendo palhaço em nosso rosto? Será que votar em Dilma é se rebelar contra o Serra? Ou em Serra contra a Dilma? Será que conseguiremos votar em algo perto do que acreditamos? Será que algum dia teremos informações suficientes e verdadeiras para tomar algum partido de forma consciente?
Será que seremos capazes de pensar sem que um filme nos dê um soco no estômago?
quarta-feira, 12 de maio de 2010
E essa Bella e esse Edward? Imagina ter que estar com um vampiro pela eternidade. Haja saco e criatividade pra passar o tempo. Rá, aí é que está. Quem disse que quando se ama se passa o tempo? Passatempo é festa, passatempo é passar o tempo e não necessariamente curtir o tempo. Então percebi que a felicidade plena não existe, mas esse amor, esse amor sim. E ele é entediante às vezes, talvez por ser calmo. Talvez esse amor seja tão incompreensível que jamais vou entendê-lo.
Mas e aí, quem disse que amor se entende? Amor se sente.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Lily Allen - Chinese
Essa é a música que é a trilha de algo tão simples.
Fica a frase: Happiness is only real when shared.
So I share mine with people I love :)
domingo, 4 de abril de 2010
Eles querem cyborgs (?)
"Homem é pinto. Já foi comprovado, o homem é um pinto"
Esclarescimentos:
1) Sim, pinto, O MEMBRO
2) Não sei se as palavras foram exatamente essas, mas foi algo assim.
Então, vou falá. Comecei a pensar, mas que merda, hein? Porque se a mulher embagulha, fica ruim. E não venham me dizer que não. I know for a fact. Cansei de ouvir histórias de caras dizendo que ficar com gordinhas nao rola. E aí, comofas? Porquê se tu não é a Heide Klum da vida ou a Jessica Alba, tu vai engordar quando tiver filhos. Nao se engane, pq vai. E aí, será que eles querem cyborgs? Mulheres perfeitas com muito photoshop?
Hold on.
Celulite até a Gi tem. Bordinha de catupiri faz bem até, tanto que em inglês é "love hadles". Então como saber o que atrai um pinto? Afinal cada pinto tem seu pintinho. A realidade é que eles não querem cyborgs, não aqueles que querem the whole package. Mas sim, sejamos honestos, no daily life as cyborgs tem um pinto por um dia, as humanas pra td vida.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Lovesong for my love
"Heaven, I'm in Heaven,
And my heart beats so that I can hardly speak;
And I seem to find the happiness I seek
When we're out together dancing, cheek to cheek.
Heaven, I'm in Heaven,
And the cares that hung around me thro' the week
Seem to vanish like a gambler's lucky streak
When we're out together dancing, cheek to cheek.
Oh! I love to climb a mountain,
And to reach the highest peak,
But it doesn't thrill me half as much
As dancing cheek to cheek.
Oh! I love to go out fishing
In a river or a creek,
But I don't enjoy it half as much
As dancing cheek to cheek.
Dance with me
I want my arm about you;
The charm about you
Will carry me thro' to Heaven
I'm in Heaven,
and my heart beats so that I can hardly speak;
And I seem to find the happiness I seek
When we're out together dancing cheek to cheek."
Cheek to Cheek,
Fred Astaire
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Tudo xunto, reunido
Como sempre cresci no meio desse furdunço nunca pensei que algum dia eu poderia não tê-los. A verdade é que a família fica subestimada e só quando ficamos sem ela é que reparamos na importância dela.
Meus Natais sempre foram com essa loucurada toda e, mesmo tendo o stress que sempre tem (claro, ao longo dos anos os stress mudaram, mas sempre vão existir), a gente sempre se divertiu. Se antes eu ficava espiando os presentes na árvore pra ver quantos tinham o meu nome, ou ficava brincando com o Podriga na beira da piscina até o grande dia chegar, agora é mais pelo reencontro. Os presentes são as pessoas ali, é aquele dia do ano que cada um pega a sua família e reuni com a grande família. Sim, como disse meu tio tiveram copos quebrados e um slideshow que repetia fotos... Mas foi. A festa aconteceu.
Fica batida essa coisa de família, mas a verdade é que ela é insubestituível. Não há nada que mude isso e Natal é época de celebrar, ver a nossa Vovó Léa mais ativa do que nunca e as pequeninas Marina e Dora dando um cansaço na Lívia. Tem coisas que o tempo não apaga e a distância não destrói e, família é amor... Seja esse amor burro, cego ou inocente. Família é quem te viu crescer, te vê viver.
Feliz Natal para a minha grande família e a todos espalhadas por aí!